Emperor Designs · Bengalas & Guarda-Chuvas
Emperor Designs · Feito artesanalmente em Itália · Madeira de Faia & Ornamentos Dourados

Bengalas & Guarda-Chuvas
Símbolos de poder e elegância

Em Roma, um cônsul não carregava uma bengala por fraqueza — carregava um cetro como prova da sua autoridade absoluta. E uma dama de estirpe nunca caminhava sozinha sob o sol. Criamos objetos para pessoas que compreendem isso.

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Um símbolo de poder, não de fraqueza

No ocidente moderno, associamos frequentemente uma bengala à velhice ou a uma limitação física. Em Roma, era precisamente o contrário. Para a elite, a bengala não era um instrumento de apoio, mas um símbolo ativo de autoridade e posto. Quem carregava um bastão mostrava quem era.

Existiam dois famosos tipos de bastões no Império Romano, cada um com o seu próprio e profundo significado — e cada um a inspiração para uma linha da Emperor Designs.

I
Scipio Eburneus
O Cetro do Cônsul
Os mais altos funcionários eleitos de Roma — os cônsules — carregavam um bastão totalmente de marfim com uma águia esculpida no topo. O Scipio Eburneus era o símbolo máximo da autoridade absoluta, transportado durante procissões triunfais e cerimónias de estado. Os imperadores adotaram este símbolo para legitimar o seu próprio poder. Um cônsul não carregava um bastão. Carregava uma declaração.
"Para o líder moderno que dá os seus passos com determinação e autoridade."
II
Vitis
O Bastão do Centurião
O centurião era a espinha dorsal do exército romano — o oficial experiente que comandava 80 a 100 legionários. O seu distintivo de posto único não era uma espada, mas um bastão de madeira de videira: o Vitis. Usava-o como apontador e como símbolo do seu direito de comandar. Todo o exército jurava lealdade ao imperador — o Vitis era assim um símbolo direto da disciplina que mantinha unido o imenso Império.
"Um símbolo de disciplina, experiência e da força para liderar."

O Umbraculum — luxo decadente como declaração pública

A sombrinha já existia no Império Romano — mas o simbolismo era muito diferente do atual. O nome latino era Umbraculum, de umbra: sombra. E essa sombra dizia tudo sobre quem se era.

"O luxo não é o objeto, mas a experiência."
A filosofia por detrás do Umbraculum · Roma, século I d.C.

O Umbraculum era um acessório exclusivo para as mulheres mais ricas de Roma — as matronae. Era considerado extremamente pouco viril que um homem o usasse. Esperava-se que um romano 'verdadeiro' suportasse o sol.

Mas o verdadeiro luxo não residia na sombrinha em si. O verdadeiro luxo era quem a carregava. Uma dama de estirpe nunca carregava o seu Umbraculum ela própria. Tinha sempre um escravo especialmente treinado para isso, que caminhava atrás dela e segurava a sombrinha sobre a sua cabeça. Possuir uma sombrinha era, portanto, uma declaração direta e pública: "Sou tão rica que tenho pessoal para o meu conforto pessoal."

E à escala imperial? O Coliseu tinha o seu próprio gigantesco Umbraculum. Uma enorme vela de lona — o Velarium — era estendida sobre o anfiteatro por centenas de marinheiros para proteger as dezenas de milhares de espectadores e o imperador na sua camarote do sol abrasador. O imperador tinha até o seu próprio céu.

"Um Velarium pessoal para o patrício moderno."
Emperor Designs · Holland

Dois objetos, uma filosofia

Bengala e sombrinha — em Roma não eram objetos de uso quotidiano. Eram linguagem. Diziam quem se era, que posto se tinha, quanto poder se possuía. A Emperor Designs perpetua essa linguagem.

Objeto Nome latino Significado romano Emperor Designs
Bengala Scipio Eburneus Cetro do cônsul e do imperador — autoridade absoluta Madeira de faia com ornamento de águia dourada
Bengala Vitis Distintivo de posto do centurião — disciplina e liderança Madeira de faia robusta com ornamento clássico
Sombrinha Umbraculum Símbolo de luxo extremo e estatuto para a matrona Guarda-chuva elegante com haste e ornamentos dourados
Bengalas e guarda-chuvas — madeira de faia com ornamentos dourados

Bengalas & Guarda-Chuvas

Cada peça da nossa coleção de bengalas e sombrinhas é feita à mão em Itália por artesãos europeus. Madeira de faia — resistente, durável e quente na cor — acabada com ornamentos dourados à mão. Sem produção em série. Cada peça única.

  • Feito artesanalmente em Itália — artesanato europeu
  • Madeira de faia de alta qualidade
  • Ornamentos dourados à mão
  • Vários modelos disponíveis
  • Bengalas e guarda-chuvas
  • Design atemporal — sem coleção sazonal
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Tudo sobre bengalas & guarda-chuvas

O que é o Scipio Eburneus?+
O Scipio Eburneus (latim para 'bastão de marfim') era o cetro cerimonial dos cônsules e imperadores romanos — um bastão totalmente de marfim com uma águia esculpida no topo, transportado durante procissões triunfais e cerimónias de estado. O símbolo máximo da autoridade absoluta.
O que era o Vitis do centurião?+
O Vitis era um bastão de madeira de videira, o distintivo de posto único do centurião romano — a espinha dorsal do exército romano. Não era uma bengala, mas um símbolo do seu direito de comandar e manter a disciplina sobre 80 a 100 legionários.
O que é o Umbraculum?+
O Umbraculum (de umbra = sombra) era a sombrinha romana, um acessório exclusivo para as mulheres mais ricas. O luxo supremo não era a sombrinha em si, mas o facto de um escravo especialmente treinado a segurar sobre a sua cabeça. Uma declaração pública de riqueza extrema e estatuto.
Onde são fabricadas as bengalas da Emperor Designs?+
Todas as bengalas e guarda-chuvas da Emperor Designs são feitas à mão em Itália por artesãos europeus. A madeira de faia é trabalhada e acabada à mão com ornamentos dourados.
De que material são feitas as bengalas?+
As bengalas são fabricadas em madeira de faia — uma madeira europeia resistente e durável — e acabadas com ornamentos dourados à mão. Cada peça é única e acabada à mão em Itália.
O que torna uma bengala da Emperor Designs especial?+
Uma bengala da Emperor Designs não é um instrumento de apoio mas uma declaração — tal como o Scipio Eburneus era para o cônsul romano. Cada peça é feita à mão em Itália em madeira de faia com ornamentos dourados, inspirada em 2000 anos de tradição europeia de poder e elegância.
O que era o Velarium no Coliseu?+
O Velarium era uma enorme vela de lona estendida sobre o Coliseu por centenas de marinheiros para proteger as dezenas de milhares de espectadores — e em particular o imperador na sua camarote — do sol. Era a variante imperial do Umbraculum: o imperador tinha o seu próprio céu gigantesco e pessoal.
“Em Roma, um bastão dizia quem se era. Criamos objetos para pessoas que ainda compreendem isso.”
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